terça-feira, 6 de janeiro de 2015

A Light convida...


Méier cresce e quase não tem mais lojas fechadas

Outubro | 2014 Ano V – Edição 64 – Méier cresce e quase não tem mais lojas fechadas

Coluna AMME - Jorge Barata
Impressionante o número de bares, restaurantes, casas de roupas etc que inauguraram no Méier. Em dois meses vários bares/restaurantes de bom nível que vivem lotados. Só o Shopping Center do Méier, em um ponto nobre do bairro, continua com a maioria do seu espaço sem finalidade alguma. Antigamente as pessoas reclamavam que o bairro só tinha óticas, farmácias e salões de beleza em demasia. Agora tem opções variadas de consumo. O que é muito bom para nós. Para não dizer que só falamos e fazemos reclamações, está ai muita coisa boa acontecendo no bairro. Temos as opções antigas e agora as opções novas, muito legais.

Todos nós estamos cansados de saber o que é preciso fazer para melhorar a nossa qualidade de vida no bairro. Nossa coluna mês a mês divulga e reivindica soluções para os nossos problemas. Cabe aos governantes em exercício realizarem a parte deles.
É preciso que o poder público aumente a estrutura do bairro, cuide dos problemas que divulgamos para que esses empreendimentos continuem a surgir no bairro. E o que já existem sintam vontade de manter a qualidade dos serviços e até ampliá-los.
Nosso bairro querido cresce, é preciso que os serviços públicos acompanhem.

População de Rua invade a José Veríssimo

Setembro | 2014 Ano V – Edição 63 – População de Rua invade a José Veríssimo

Coluna AMME - Jorge Barata
No dia primeiro deste mês, enviamos email ao Prefeito Eduardo Paes, em mais uma tentativa para buscar solução para o grave problema social que vem aparecendo aqui no Méier, de forma rotineira. É o caso dos moradores de rua, que na Rua José Veríssimo assumiu proporções alarmantes. Urge buscar uma forma de proporcionar vida digna para essas pessoas, acabando também com o constrangimento que causa aos moradores.

Até a publicação deste artigo ainda não tinham encontrado uma solução para mais de 15 pessoas que vieram na época da Copa. Portanto, há três meses que “moram” na rua José Veríssimo. Foi noticiado que a Justiça chegou a interditar um abrigo na Zona Oeste, tal a sujeira, cheiro de urina e fezes. Pessoas urinando e até defecando na própria rua sob os olhares de espanto da população que não sabe a quem mais recorrer. Literalmente estão morando na Rua José Veríssimo, embaixo da marquise e do outro lado da calçada. Mas, não é só nessa rua, várias estão com esse tipo de problemas no Méier, sendo o mais grave na citada. Precisa-se urgente de uma solução.
Foi noticiado recentemente que fizeram um massacre da serra elétrica em alguns bairros. No Méier esses assassinatos foram denunciados pela AMME e só depois de email nosso ao Prefeito é que pararam com a mortandade de árvores. Não foram poucas as assassinadas. Deveria ser aberta uma investigação também no nosso bairro pela Delegacia de Crimes Ambientais e apurar esse absurdo cometido pelo próprio poder público. Agora ao menos façam um replantio, sendo que não há nem sinal disso.
Qualquer vento mais forte, várias rua do bairro ficam sem luz. Além de ficarmos sem energia, a Light demora e muito a restabelecer. É preciso que a atuação dessa concessionária seja fiscalizada com maior rigidez.
Mas, nem tudo são reclamações, há vários estabelecimentos com nova gastronomia no bairro inaugurando. Isso é ótimo, pois, aumenta as opções da clientela.

Novidades do Méier

Agosto | 2014 Ano V – Edição 62 – Novidades do Méier

Coluna AMME - Jorge Barata
Nossa Associação enviou email ao Prefeito Eduardo Paes, reclamando da matança de árvores, sob o disfarce de poda, deixando só o toco. O Prefeito  encaminhou nossa solicitação ao Presidente da Comlurb, que acionou o Diretor Fernando Alves. A ação predatória, ao que parece, cessou. Estamos aguardando o replantio nesses vários pontos.

Prosseguindo com nossas ações em busca de melhor qualidade de vida para moradores do nosso bairro e entorno, estivemos com o Secretário de Segurança, José Mariano Beltrame, a quem entregamos o abaixo-assinado pedindo mais policiamento em nossa região. Enfatizamos o caso dos roubos com uso bicicletas e motos que têm sido costumeiros. Fomos informados que, realmente os roubos a pedestres tinham aumentado consideravelmente e o policiamento seria melhorado.
Os restaurantes e bares estão em alta no Méier. O Bar do Adão deve inaugurar em Agosto. Outro Japa  abrirá na Rua Comendador Philiphis. O Cevadas Beer Bar será na Dias da Cruz e, na Magalhães Couto, vem ai o Armazén 11. E por ai vai…
Crescimento indesejado é o que está acontecendo com muita força, com a população de rua em vários logradouros. Ocupam espaços debaixo de marquises de vários prédios. Na Rua José Veríssimo constatamos mais de 13 pessoas. Esses pobres coitados vieram um pouco antes da Copa. É preciso a SMDS dar um destino digno a essas pessoas que dizem vieram da zona sul e da Tijuca.
As principais ruas o bairro apresentam um festival de irregularidades, automóveis nas calçadas, camelôs em profusão, a qualquer hora do dia. Fruto dos pouquíssimos guardas municipais que atuam no bairro. Alô SEOP a Copa acabou, cadê o efetivo?

O Méier caminha, mas pode melhorar

Julho | 2014 Ano V – Edição 61 – O Méier caminha, mas pode melhorar

Coluna AMME - Jorge BarataO Méier caminha, mas pode melhorar
A polícia está de parabéns, pois, finalmente  prenderam o assassino do Sandro. É verdade que o policiamento aumentou nas ruas do bairro depois da passeata. A sensação de segurança melhorou. Porém, ainda necessitam aumentar o efetivo da Guarda Municipal (UOP) e do 3º BPM. Aliás, o número de guardas municipais é ínfimo, parece que o projeto da UOP acabou. A maior parte do efetivo foi para outros bairros e piorou com a Copa do Mundo. Os camelôs voltaram, os carros e motos estão nas calçadas de dia e principalmente à noite, a população de rua aumentou novamente.
O Imperator completou dois anos em Junho. É verdade que trouxe opções culturais como cinemas, teatro e shows graças a nossa luta que foi árdua e a encampação desse projeto pelo Prefeito. As programações têm sido boas, mas, podem melhorar ainda mais. O Prefeito tinha prometido que a comunidade seria ouvida nas sugestões de programações e teria participação no funcionamento daquele espaço, porém, isso aconteceu só no inicio do funcionamento. As críticas são no sentido de melhoria e maior dinamismo daquele espaço, não são para derrubar ninguém. O caso do terraço é emblemático, abrem para apenas poucas apresentações das preferências da administração. O elevador fica mais tempo fora de serviço que funcionando. O bar não possui  preços populares, tudo tem preço de mercado ou mais caro. A interação com os artistas da região deixa muito a desejar. Tem segunda, terça e quarta que poderiam fazer exposições e outros eventos com uma agenda programada, previamente discutida e debatida com quem produz cultura em nossa área. Os artistas da região reclamam muito, e com razão, de não terem com quem dialogar sobre o assunto no Imperator. E quando conseguem contato, dão poucas ou nenhuma oportunidade no Centro Cultural para apresentarem seus trabalhos. Consideramos que esses e outros quesitos podem ser resolvidos, basta boa vontade, diálogo e lembrarem que aquele espaço é público.
ammemeierrj.blogspot.com.br
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Grande Méier grita alto: “CHEGA DE SOFRIMENTO QUEREMOS MAIS POLICIAMENTO”

Junho | 2014 Ano V – Edição 60 – Grande Méier grita alto: “CHEGA DE SOFRIMENTO QUEREMOS MAIS POLICIAMENTO”

Coluna AMME - Jorge Barata
Grande Méier grita alto: “CHEGA DE SOFRIMENTO QUEREMOS MAIS POLICIAMENTO”

Foi um sucesso a nossa passeata organizada pela AMME. Muita emoção com depoimentos de pais que perderam seus filhos em crimes, quase todos de branco com fita preta de luto, faixas e cartazes cobrando mais policiamento. Muitos amigos e familiares do Sandro emocionados exigindo a prisão do assassino, por falar nisso finalmente prenderam o assassino?
Cobramos e exigimos das autoridades mais policiamento, aumento do efetivo do 3ºBPM e da Guarda Municipal. Nossa passeata foi organizada em pouco tempo. A população está indignada com a onda de crimes que assola o Grande Méier. É certo que depois da manifestação aumentou o efetivo do 3ºBPM, tivemos mais visualização de policiamento e apareceu mais meia dúzia de Guardas Municipais. Isso já foi uma vitória. Se ficássemos só no facebook, vendo TV, reclamando e nada fazendo, provavelmente estaríamos contabilizando outros latrocínios e mais crimes.
Já tínhamos feito reuniões com autoridades e alertávamos que a situação estava fora de controle e da necessidade de maior policiamento. Até neste mesmo jornal colocamos em edição anterior: “Será que as autoridades maiores do nosso estado estão esperando acontecer dois latrocínios (roubo seguido de morte), como ocorreu na Tijuca, para tomarem providências…” Era tragédia anunciada.
É necessário  aumentar o número de policiais nas ruas. O quantitatvo de Guardas Municipais da UOP é ínfimo e vergonhoso. Quando foi instalada a UOP possuía efetivo de mais de cem guardas, hoje não devem chegar a trinta. Com isso a desordem urbana também voltou com toda força. Para andar nas calçadas voltou a ficar difícil ou tem carro ou tem camelô. Vamos pedir ao Secretário Municipal de Ordem Pública que reponha esse efetivo.
PMs a pé em dupla, ainda não se encontram nas ruas. Ano passado ainda tínhamos alguns poucos circulando ao menos nos logradouros principais. No final desta edição estávamos recolhendo os últimos abaixo-assinados para entregar ao Governo do Estado e cobrar Segurança Pública. Nossa passeata foi histórica, finalizada com um Pai Nosso emocionante dando as mãos  desde onde Sandro foi assassinado na Fabio da Luz, finalizando com um enorme abraço na Dias da Cruz. No meio da prece fomos abençoados com uma chuva. Muito emocionante. Estamos prontos a nos mobilizar novamente se não garantirem segurança para a nossa população.

Insegurança, Principal Reclamação

Maio | 2014 – Edição 59 – Insegurança, Principal Reclamação

Por: Jorge Barata
Coluna AMME - Jorge Barata
Insegurança, Principal Reclamação

Paira na nossa região o sentimento do medo e receio. Com a falta de policiamento estamos todos acuados. A MME faz o seu papel quando se reúne com o 3º BPM e vai para mídia reivindicar mais segurança. Roubos praticados por marginais de bicicletas (só falta ser a cavalo), disseminaram na área. Não existem mais policiais a pé, ao menos em dupla, fazendo policiamento andando em nossas calçadas. De vez em quando se avista patrulhas circulando, em velocidade rápida, passando em algumas ruas, porém, com periodicidade bem menor que em outros tempos.
É preciso que as patrulhas voltem a ficar mais tempo em áreas fixas fazendo um rodízio por ruas, isso aumenta a segurança da população.
Que o efetivo do batalhão é pequeno, isso já está divulgado e espalhado para população. Situação não só no Batalhão do Méier. Em quase todos os batalhões do Estado do Rio de Janeiro o efetivo diminuiu e muito. Está evidente que privilegiam as UPPs em detrimento da reposição do policiamento nas outras unidades. Situação que está ferrando a classe média. É preciso encontrar um meio termo e mandem o efetivo necessário para um mínimo de tranquilidade nas áreas que abrangem os batalhões. Já repararam que a mídia quase não divulga o número de policias de cada unidade.
Nosso papel é cobrar independente do efetivo. E vamos reivindicar com as autoridades e pelos veículos de comunicação que nos abrirem espaço. Se alguma autoridade fica chateada por que vamos à imprensa e fazemos estas denúncias, só lamentamos. Não estamos na luta para puxar saco de ninguém. Tratar com respeito sim, bajulações estamos fora. O que não pode é essa situação ficar como está. Será que as autoridades maiores do nosso estado estão esperando acontecer dois latrocínios (roubo seguido de morte), como ocorreu na Tijuca, para tomarem providências?